Boas Vindas

Bem Vindos!!!!!!

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É com grande alegria que iniciamos este blog dando BOAS VINDAS a todos que aqui passarem.

Queremos aqui propor reflexões, troca de experiências, informações e ajudas nos temas relacionados á psicanálise e psicopedagogia, que geram interesse e curiosidade. Promover também um espaço para reflexão e discussão de acontecimentos que nos rodeiam e como eles influenciam em nossas vidas.

Tratamente é um blog aberto para discussões, comentários e sugestões em assuntos emocionais e psicológicos para adquirirmos conhecimento e compartilharmos experiências. Por isso convidamos vocês a interagirem conosco pelo blog ou pelo e-mail contato.tratamente@gmail.com

“As mentes criativas são capazes de sobreviver a qualquer tipo de mau treinamento” – Anna Freud

 

Grupo de Estudos

Grupo de Estudos em Psicanalise

https://www.facebook.com/tratamente.deboramaciel/videos/1255169384683495/ – Acesse o link para conhecer mais sobre o grupo.

Nosso grupo de estudos em psicanalise é presencial e on-line. Trabalhamos com livros e textos de autores com Sigmund Freud, Melanie Klein, Donald Winnicott, Wifred Bion, dentre outros. Nos encontramos uma vez por semana com duração de uma hora e meia. Com Investimento mensal de R$70,00.

Este grupo é destinado a pessoas que gostam da psicanalise, profissionais e estudantes da área que queiram conhecer, agregar, expandir seu conhecimento neste tema.

Com o grupo de estudos é possível agregar nos atendimento clínicos e, consequentemente, na vida pessoal.

Para mais informações, dias dos grupos e horários, entre em contato pelo telefone/whatsapp: (16) 98220-8272 – Débora Maciel.

Tentantes|Gestantes|Maes

POBREZA E RIQUEZA DE PERSONALIDADE

Por Débora Maciel – Psicanalista e Psicopedagoga

“Os que cuidam de crianças devem ser capazes de pensar em termos de pobreza e riqueza de personalidade” D. Winnicott

Esta frase me fez refletir…

Acredito que os pais precisam pensar nisto, em “pobreza e riqueza de personalidade”.

Estamos criando mais do que o futuro da nação, estamos construindo o futuro para nossos filhos. São eles, quebrados ou não, remontados ou não, embasados ou não, educados ou não, felizes ou não, sociáveis ou não, tristes ou não. São eles que viverão, são eles que enfrentarão um futuro lá na frente.

E mais do que qualquer coisa, nós como pais, precisamos pensar como queremos que eles estejam no futuro. Para isso é preciso construir um presente. Dai você me pergunta: Não vamos falar então em futuro? Vamos falar em presente? Presente!?!? Presente que ganhamos no aniversário, no dia das crianças, no natal???? E eu te respondo: NÃO… Este presente é muito mais do que isto, este presente refletirá o futuro para nossos pequenos, este presente os ajudará a encarar o futuro que está por vir.

Quando pensamos em personalidade, parece que sobe um frio pela espinha. Mas é para ser assustador e incentivador ao mesmo tempo. É para nos fazer pensar, e pensar realmente com garra e empenho. O que, ou melhor, como quero que meu filho esteja no seu futuro. Isto é muito maior do que se pode ver, vai além de corpo e mente, vai além de finanças e prosperidade, cargos ou faculdades.

Então é pensar em educação??? Não somente isto, é mais. É pensar em um serzinho que está aqui, que cabe em meu colo hoje e que amanhã estará dirigindo sua própria vida.

Ser presente, ser realmente PAI e realmente MÃE. Se mostrar disponível para seu filho.

E nos perguntamos: Mas o que é ser realmente PAI e MÃE???? Quando pensamos nisto, parece impossível, parece talvez inalcançável.

E eu te respondo: Para ser um verdadeiro e real PAI e MÃE basta estar com seu filho de alma, coração e presença. Basta rolar no chão, ficar descalço, brincar, dar gargalhadas, jogar bola, andar de bicicleta, assistir TV, desenhar, ler, pintar… Deixe se levar pela brincadeira com seu filho, deixe que ele te conduza. Por um momento seja apenas o parceiro de brincadeira do seu filho. Isto é ser presente, isto é pensar no futuro para eles, isto é riqueza de personalidade. Trazer esta riqueza para sua criança é muito mais do que qualquer outro valor imaginável ou não. Isto é o real valor para uma personalidade bem embasada e com “tijolos” saudáveis.

Convido você a pensar em criar momentos e oportunidades para a criação de “riquezas de personalidade” para nossos pequenos. Pense em um dia de cada vez: só por hoje eu conseguirei e irei dormir com a sensação de uma tarefa bem realizada e concreta para mim e nossos filhos. Nossos filhos precisam de nós hoje, agora. “O amanhã trará suas próprias preocupações”, vamos nos empenhar a realizar o hoje.

Esteja mais disponível para sua criança e com certeza você começará a ver que educar começa a ficar um pouco mais fácil e alcançável. Você se sentirá fazendo o “certo” e, com isto, se cobrará menos, não com o intuito de relaxo, mas com o intuito de tranquilidade e de fluidez. “Ouça e se perceberá sendo ouvido”. Eles precisam se sentirem seguros e guiados e quando nos fazemos disponíveis e estamos ali realmente presentes, uma luz no final do túnel da educação é mais visível e existirá.  

E é só isso!?!?!?! Para ser sincera… não, não é só isso, mas se pode começar por aqui e, com certeza, grande passo já se terá dado.

Créditos (foto): https://publicidadeecerveja.files.wordpress.com

Atividades Infantis

Receita Areia Comestível ou Areia Caseira

Você quer uma brincadeira que as crianças amam? Quer uma brincadeira para se brincar em dias chuvosos? Uma brincadeira que dá para os bebês brincarem sem risco de engolir e fazer mal? Então lá vai uma super ideia… AREIA COMESTÍVEL ou AREIA CASEIRA.

E vamos a receita:

RECEITA: 8 xícaras de farinha e 1 xícara de óleo.

MODO DE PREPARO: Coloque a farinha em um recipiente e vá misturando lentamente o óleo, até obter uma textura de areia. acrescente aos poucos o óleo para não ficar muito “molhada” e quando perceber que a consistência já estiver de areia não acrescente mais óleo.

DICAS: 1 – Na receita que fiz não utilizei todo o óleo, se você perceber que ficou muito “molhada” acrescente mais farinha até obter a consistência de areia. 2 – Você pode conservar na geladeira e reutilizá-la outras vezes. 3 – Não precisa se preocupar se por um acaso a criança vier a colocar na boca ou ingerir. 4 – Faça junto com seu filho(a) e comece a diversão mais cedo. 5 – Utilize baldes e forminhas a diversão ficará mais interessante.

Aproveite a dica e coloque em prática essa brincadeira e se divertir com as crianças.

Faça e poste fotos com a #tratamenteblog e compartilhe sua experiencia aqui nos comentários.

BOM DIVERTIMENTO!!!!

Créditos (foto): https://br.freepik.com

Tentantes|Gestantes|Maes

Minicurso: Desfralde com Respeito

Tentantes|Gestantes|Maes

Minicurso: Amamentação e o Emocional Mãe e Bebê

Tentantes|Gestantes|Maes

A Amamentação

Por Débora Maciel – psicanalista e psicopedagoga

Logo que o bebê nasce, não existe um consciente e um inconsciente, o que há é apenas um complexo anatômico e fisiológico com o potencial para o desenvolvimento de uma personalidade. O consciente aqui neste momento é a mãe. A continuidade é a base para o desenvolvimento da personalidade, a continuidade que está implícita na ideia que tudo que fez parte do indivíduo não se perde, pode nunca vir a se tornar consciente, mas estará lá em algum lugar (WINNICOTT, 2013).

Para que um dia o potencial venha se manifestar é preciso que o indivíduo viva em condições ambientais adequadas. É interessante falar da maternagem suficientemente boa e lembrar que o bebê tem a “dependência absoluta” da mãe nesta fase e, depois, a próxima fase a levará até a “dependência relativa” tudo seguindo para uma independência (WINNICOTT, 2013).

As mães tentem se colocar no lugar do bebê para descobrir o que ele precisa naquele determinado momento. É claro que elas continuando sendo elas e que assumem a vulnerabilidade do bebê por alguns meses e que logo serão capazes de sair desta situação especial.

Embora a psicanálise se baseie na verbalização e a dê certa importância, Winnicott diz que a comunicação entre a mãe e seu bebê é silenciosa. “O bebê não ouve nem registra a comunicação, apenas o efeito da confiabilidade” (2013, p. 87). O que é registrado no decorrer de seu desenvolvimento é a segurança e confiabilidade. O bebê só terá conhecimento da comunicação quando esta confiabilidade lhe faltar, aqui vemos a diferença de possuir ou não o amor humano.

Em qualquer idade a criança precisa de ser amparada afetuosamente, ela necessita de forma física de amor, a qual foi naturalmente dada a ela pela mãe quando a transportou no ventre e a segurou no colo. As mães desenvolvem uma capacidade de identificar o bebê que vai de encontro com a necessidade básica do recém-nascido, o que ninguém ou máquina poderia imitar e também não pode ser ensinado. É num abraço bem seguro que a mãe consegue passar para o bebê muito mais do que segurá-lo, neste abraço ela passa segurança, carinho, atenção, aconchego e, neste momento, é tudo que o recém-nascido mais precisa.

É quando a mãe segura seu bebê que começa a comunicação entre eles, a mais importante comunicação entre eles. Neste movimento tem-se duas coisas importantes, “a mãe segurando o bebê, e este sendo segurado e atravessando rapidamente uma série de fases do seu desenvolvimento que são de extrema importância para a sua afirmação domo pessoa” (WINNICOTT, 2013, P. 86). O desenvolvimento do bebê ocorrerá dependendo da forma como ele for segurado e manipulado.

Profissionais da área da saúde podem dizer que não existe nada nas relações humanas que seja mais poderoso que o vínculo entre um bebê e uma mãe (seio) durante o período da amamentação. A relação do bebê com sua mãe durante o processo de amamentação é muito intensa. Essa relação inclui a excitação da expectativa, a experiência da atividade durante a amamentação, a sensação de gratificação, o repouso ou acalmaria da tensão instintiva resultante da satisfação.

Além disso, há as relações da criança com a mãe durante a amamentação e as experiências excretoras que comportam uma excitação em si e um clímax. O conjunto destas relações constitui uma tarefa para a criança, um deles é o instinto, que é despertado, e o outro é que a mãe constitui o meio circundante e a provedora das suas necessidades básicas.

Quando a criança vai conhecendo a mãe e descobrindo tudo que ela é e faz por ela, esta tem o desejo de retribuir por tudo que ela lhe forneceu. A partir daí, a criança se converte em ser humano também, com a capacidade de reter o momento de carinho e atenção, a qual deve alguma coisa que ainda não foi pago. Neste momento, dá se origem à sensação de culpa e da capacidade infantil para sentir-se triste se a mãe amada está ausente. Se a mãe tiver existo em uma amamentação satisfatória e como uma pessoa única na vida da criança durante um certo período de tempo, o desenvolvimento emocional da criança terá percorrido o caminho para um desenvolvimento saudável.

A mãe que não pode amamentar seu bebê no peito por algum motivo e adere a mamadeira ou outro meio de amamentação, consegue realizar uma grande parte de estabelecer a relação humana, proporcionando a gratificação instintiva nos momentos de excitação alimentar. Porém parece que, as mães que são aptas a amentarem seus filhos no peito estão propensas a encontrarem uma experiência mais rica para si própria no ato de amamentar, e isso, parece que contribui para o estabelecimento das relações entre os dois mais cedo.

É comprovado que além disso tudo, o bebê tem ideias, isso é de extremo valor para estudos relacionados a alimentação ao peito materno.

Todas as funções são elaboradas na psique, e mesmo no início há uma fantasia associada à excitação e à experiência alimentar. A fantasia, tal como se depreende, é a de um implacável ataque ao seio materno e, finalmente, à mãe, logo que a criança se apercebe de que pertence à mãe o seio que é atacar. Há um elemento agressivo muito forte no primitivo impulso de amor, que é o impulso para mamar. Nos termos da fantasia de uma data ligeiramente posterior, a mãe é implacavelmente atacada e, embora só uma pequena parcela de agressão seja observável, não é possível ignorar o elemento destrutivo nas pretensões da criança. A amamentação satisfatória faz cessar fisicamente a orgia e circunscreve também a experiência fatansiosa, não obstante, desenvolve-se um elevado grau de apreensão por causa das ideias agressivas logo que a criança começa a ter discernimento bastante para concluir que o seio que era atacado e esvaziado é parte integrante da própria mãe.” (WINNICOTT, 1964, P. 58 e 59).

O bebê que é amamentado no peito logo começa a ter a capacidade de usar objetos que se pareçam ou lembrem o seio materno e, consequentemente, da mãe. Ele usa o punho, o dedo ou dedos, um pedaço de tecido, ou um brinquedo para representar a relação dela com a mãe. Quando a ideia do seio é incorporada à criança através de experiências concretas, apenas um objeto passará a representar o seio materno.

A mãe também cria “os fundamentos da força de caráter e da riqueza de personalidade do indivíduo” (p.20). Com uma base positiva, a criança a oportunidade de se lançar no mundo de uma forma criativa, também poderá desfrutar e usar o que  ele tem a lhe oferecer. Porém é possível que se a criança não tiver um bom começo não poderá desfrutar e aproveitar nada disso. Com isso pode-se dizer que tempos então “os que têm” e “os que não têm”, isto tudo a ver com aqueles que começaram bem suas vidas e com aqueles que não tiveram um bom começo.

Neste ponto pode-se falar de “seio bom”, o que significa que a criança teve uma maternidade e uma paternidade satisfatória. Isso está relacionado não apenas à amamentação, está relacionado também com o ato de ter sido bem cuidado, segurado e manipulado de forma satisfatória. Em um determinado período do desenvolvimento do bebê, ele tem o impulso de morder, isto trata-se da crueldade, mesmo tendo dentes, a ideia não é de ferir, a função é que se sobreviva. Nesta fase o bebê encontrará um novo significado para o amor e uma novidade surgirá, a fantasia.

A saúde mental do indivíduo é construída desde o início, quem contribui para esta construção é a mãe, oferecendo, o que Winnicott chama de, um ambiente facilitador (“um ambiente em que os processos evolutivos e as interações naturais do bebê com o meio podem desenvolver-se de acordo com o padrão hereditário do indivíduo” – WINNICOTT, 2013, P.20). A mãe que segura seu bebê adequadamente significa que ela foi capaz de atuar como um ego auxiliar, desta forma seu bebê possui um ego desde o primeiro instante. Este ego é frágil e pessoal, mas impulsionado pela adaptação sensível da mãe e com a capacidade de identificar-se com ele, com relação as suas necessidades básicas.

Créditos (foto): https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSJel9Xj43cKsdtAcDOvodQOfwp7CnuCTCiH1-NHKKylbWPhVKd

Boas Vindas

FELIZ DIA DOS PAIS ♥️♥️♥️

Parabéns a todos os papais!!! Que Deus abençoe vocês!!! É o que desejamos de coração!!😍😍😍👏👏👏👏

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EVENTO GRATUITO EM RIBEIRÃO PRETO

GENTEEEE…
Olha que máximo!!!! Dá para levar as crianças, é uma ótima diversão!!!!
#vamosaproveitar

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O Floquinho desaparece. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um plano infalível.

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Boas Vindas

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E se você não trabalha nem reside em Ribeirão Preto, você pode fazer a Supervisão Online.

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Débora Maciel – Psicanalista clínica e didata/Psicopedagoga

Boas Vindas

AGENDA 2019 está ABERTA

Depois de um período afastada, por conta do fim da gestação e da licença maternidade, agora estou voltando e minha agenda de 2019 já está aberta para receber novos pacientes. Não deixe para depois, entre em contato e já reserve seu horário!! Estou lhe esperando!! Um grande abraço.

Débora Maciel – Psicanalista e Psicopedagoga
Fone: 16 3021-0880/98220-8272
contato.tratamente@gmail.com 

Agenda aberta